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Olá Viajantes!

Já estão de férias? Nós, infelizmente, já estamos a acabar as nossas 2 semanas =´(

É precisamente das nossas férias que vos vamos falar estas próximas semanas. Estivemos 2 dias fora e visitámos Aveiro, Sever do Vouga e Ílhavo. E é nesta última cidade que se encontra o museu da famosa marca Vista Alegre.

(Peças Vista Alegre, Museu da Vista Alegre – Fotografia de Jess&Rose)

O primeiro museu da Vista Alegre foi fundado em 1947 e instalado no palácio ao lado da Capela da Vista Alegre. Em 1964 foi ampliado e aberto ao público, tendo sido renovado entre 2014 e 2016.

“O novo museu pretende mostrar a história da fábrica, a evolução estética da produção de porcelana e a sua importância na sociedade portuguesa nos séculos XIX e XX, através de um dos mais completos espólios museológicos do género, que conta com mais de 30.000 peças.” (informação retirada de www.vistaalegre.com/pt/t/vaa_VisiteMuseudaVistaAlegre_OMuseuVistaAlegre-1)

(Forno de cozedura de cerâmica, Museu da Vista Alegre – Fotografia de Jess&Rose)

No museu podem ser admiradas não só inúmeras peças pertencentes à história desta marca icónica como é possível ver a evolução dos logotipos da marca e até observar os artesãos a trabalhar em peças que virão a ser comercializadas.

É um espaço onde se pode admirar a história de uma empresa com quase 200 anos e aprender algumas curiosidades sobre a marca (aprendemos, por exemplo, que a Vista Alegre tinha uma corporação de bombeiros privativa).

(Itens da corporação de bombeiros da Vista Alegre, Museu da Vista Alegre – Fotografia de Jess&Rose)

Foi, sem dúvida, um dos pontos altos da nossa viagem. Para que possam ver um pouco mais do que encontrámos neste museu, deixamos, a seguir, mais fotografias.


Até para a semana e boas viagens ;)
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Todo o caminho é uma aventura e uma forma de coleccionar momentos ;)
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Olá viajantes,
Esta semana vamos falar-vos de carros antigos ;)

Durante os dias 21 a 23 de Abril, decorreu, na FIL, uma exposição de veículos antigos (e de outros não tão antigos). A entrada era paga e dava acesso a 2 salas ocupadas com os mais variados veículos, desde Rolls Royce e Ferraris, a modelos mais “modestos” das marcas Alfa-Romeo e Citröen.

Esta exposição, com mais de 10 anos, decorre todos os anos em Lisboa e é dedicada ao mundo dos automóveis e motociclos clássicos. Nela, é possível encontrar stands de automóveis, motociclos e velocípedes clássicos, oficinas especializadas e fornecedores de peças, entidades institucionais como museus, clubes, associações, rallys e publicações, automobília e miniaturas de colecção.


O tempo que demora a ver a exposição varia consoante o que vocês quiserem saber sobre cada carro e do tempo que quiserem perder a vê-los. Nós parámos para tirar algumas fotografias, mas demorámos pouco tempo para ver a exposição (cerca de 1 hora). Deixamos-vos, a seguir, algumas fotografias dos carros que vimos.

E é isto viajantes. Recomendamos a visita a um destes salões de exposição a quem gosta de ver veículos antigos restaurados. Vocês já foram a algum? Qual o vosso carro favorito? Contem-nos coisas nos comentários ;)

Até à próxima! =)
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Olá Pessoal!

O Verão já passou mas nós vamos continuar a contar-vos os nossos passeios. O post de hoje é sobre um dos museus que visitámos durante um dos nossos passeios em Lisboa.

Monumento Nacional aos Combatentes do Ultramar

(Fotografia por jessandrose)

Do lado de fora, existe uma parede onde estão inscritos os nomes de todos os militares que perderam a vida em combate, nomeadamente na Guerra do Ultramar (1961-1974) e um pórtico em forma de pirâmide. Esta escultura, construída em pedra, metal e com um zona espelhada, está inserida num lago, que simboliza a distância a que os combatentes se encontravam do seu lar, e tem, no centro, uma chama, a "Chama da Pátria".

(Fotografia por jessandrose)


Museu do Combatente

(Fotografia retirada de http://www.visitbelem.pt/)

O Museu do Combatente, foi fundado em 1936 e está localizado no Forte do Bom Sucesso, em Belém. O seu objetivo é o de prestar homenagem aos militares portugueses e o de divulgar a história das Forças Armadas Portuguesas. Começou por reunir um espólio relacionado com a participação portuguesa na I Guerra Mundial, tendo, depois, sido adicionadas peças relativas a outros conflitos, nomeadamente a II Guerra Mundial e a Guerra do Ultramar.

(Fotografia por jessandrose)

Possui diversas exposições permanentes, nomeadamente:
  • O Combatente do séc. XX (da Grande Guerra à Guerra do Ultramar);
  • História da Aviação no séc. XX - 500 modelos de aviões em escala (desde os Irmãos Wright aos actuais drones, incluindo todas as grandes batalhas aéreas da II Grande Guerra e todos os aviões dos diversos países intervenientes);
  • A Trincheira - exposição em 3 Dimensões com manequins em tamanho natural . Entramos numa trincheira da Grande Guerra onde está representada a vida do soldado português na Flandres - com luz e som);
  • Forças Armadas e de Segurança;
  • Armaria - 200 anos de Armas Regulamentares em Portugal;
  • A Grande Guerra ao Vivo Evocando a Paz - com fotografia, escultura, pintura e equipamentos do acervo da Liga dos Combatentes e do período 1914-1918;
  • Exposição sobre a participação portuguesa no Afeganistão;- Bem como de armamento militar diverso no interior e exterior do Museu do Combatente e exposições temporárias.

(Fotografia por jessandrose)


Forte do Bom Sucesso

(Fotografia retirada de http://www.visitbelem.pt/)

Na segunda metade do século XVIII foi necessário reforçar o sistema defensivo da zona ribeirinha de Belém. Tendo a Torre de Belém perdido o seu valor estratégivo devido aos avanços tecnológicos verificados na artilharia naval, tornou-se indispensável a construção de uma nova estrutura defensiva. Neste sentido, iniciou-se, em 1780, a construção de um forte, projectado pelo engenheiro e general francês Guillaume-Louis-Antoine de Vallerée, e que estava ligado à Torre de Belém por um passadiço.

Em 1870, foram iniciados os trabalhos de ampliação do forte, que tiveram como base o projecto do capitão de engenharia Domingos Pinheiro Borges e foram supervisionadas pelo brigadeiro graduado Filipe Folque. As obras foram concluídas em 1874 sendo acrescentados, em 1876, plataformas e paióis.

O forte sofreu diversos restauros devido à acção destrutiva das marés, tendo perdido a sua importância militar a partir da primeira metade do séc. XX.


Fontes: http://www.mosteirojeronimos.pt/pt/index.php?s=white&pid=205, http://www.ligacombatentes.org.pt/museus/museu_do_combatente, http://www.agendalx.pt/local/museu-do-combatente e http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/lago-do-monumento-aos-combatentes-do-ultramar.


Obrigada por nos visitarem! Até à próxima "aventura" =)
Beijinhos.
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Olá a todos.

No seguimento do vídeo sobre a Festa do Japão, queríamos falar-vos mais sobre a cultura japonesa. Por isso, lembrámo-nos de vos falar de uma exposição que visitámos em 2014 no Mude (Museu do Design e da Moda, em Lisboa) chamada “Japão a Cru / Boro: o tecido da vida / Puras formas”.

(Imagem promocional da exposição, propriedade do Mude)

Boro: O tecido da vida
Nesta exposição eram exibidas 54 peças, entre elas quimonos, bolsas e tatamis, todas elas elaboradas pelo método Boro.

Em japonês, “Boro” significa farrapo. A técnica consistia em cozer pedaços de algodão (trapos ou farrapos) uns aos outros e depois tingi-los de indigo. As peças ganhavam, por isso, uma personalidade única, já que não existiam dois quimonos iguais.

(Fotografia por jessandrose)

O boro nasceu na região de Tohoku, no norte do Japão. Tohoku era uma região onde a extrema pobreza era predominante durante o período Edo (1603 a 1868). O norte era frio demais para o cultivo de algodão ou seda, e as plantações mais próximas ficavam a mais de 300 km de distância.

No Inverno, com temperaturas gélidas, a roupa, tal como a comida, fazia a diferença entre a vida ou a morte. A solução encontrada pela população foi de tecer roupa com cânhamo. As peças eram quase todas tingidas de azul porque a tinta do indigo servia como repelente para os insetos. Todas as peças eram feitas de fibras de cânhamo, formando uma malha aberta, leve e arejada para o verão, mas que não permitia aguentar o Inverno.

Só em 1892 é que o algodão chegou à região de Tohoku, chegando na forma de retalhos e restos, que se tornaram num dos bens mais cobiçados da altura.

O algodão era costurado por cima das camadas rasgadas, tornado a roupa mais grossa e resistente. Todo o tecido que sobrava era guardado pelos fazendeiros, para ser aproveitado novamente. Quando o aproveitamento dos farrapos deixava de ser possível, eles eram queimados lentamente, actuando como repelente de mosquitos.

O boro transmite uma mensagem de preservação, artesanato, relação do homem com a natureza e do talento que conseguiu transformar resguardo em arte.

(Fotografia por jessandrose)

Puras Formas
A exposição era constituida por 200 objectos ligados à vida quotidiana do Japão entre 1910 e 1960. As peças incluiam utensílios de cozinha, electrodomísticos, mobiliário e brinquedos e eram todas fabricadas em alumínio.

No início da II Guerra Mundial, as matérias primas esgotaram-se rápidamente, tendo o alumínio sido o material eleito para a construção de aviões de guerra, armas e navios. Sendo um material fácilmente trabalhavel, era reciclado e transformado nos mais diferentes objectos.

As peças presentes na exposição terão sido desenhadas por designeres anónimos e fabricadas por artesãos locais, nas suas oficinas. Estes objectos eram muitas vezes esmaltados, sendo que, na exposição, os objectos não têm decoração nem pintura, numa tentativa de evidenciar as suas funções.

(Fotografia por jessandrose)

E este foi o resultado da nossa visita ao Mude e a ambas as exposições. Esperamos que tenham gostado tanto como nós.

Até à próxima “viagem” ;)

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Bem vindos á nossa página "Jess&Rose" Ficamos contentes que tenham parado por aqui. O propósito deste blog é mostrar-vos as nossas aventuras pelas cidades e eventos de cultura a que vamos. Iremos postar videos, textos das nossas experiências, comics e quem sabe muitas outras coisas. Básicamente, este blog é uma pequena janela para a nossa vida. Gostavamos que nos acompanhassem. Vamos?

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